sexta-feira, 1 de agosto de 2025

O que é a Jornada do Herói e como usá-la na criação de personagens inesquecíveis

 

Capa do filme “Harry Potter e a Pedra Filosofal”
Já te perguntaste porque é que certas histórias nos marcam profundamente? Muitos seguem uma estrutura clássica e poderosa: a Jornada do Herói. Neste artigo, vamos explorar o que é, os seus 12 passos essenciais, e como podes aplicá-la na construção de personagens para romances, contos ou guiões, usando como exemplo o protagonista de Harry Potter e a Pedra Filosofal. 

O que é a Jornada do Herói?

A Jornada do Herói é um modelo narrativo popularizado por Joseph Campbell no livro O Herói de Mil Faces e mais tarde adaptado por Christopher Vogler para o cinema e escrita criativa. Trata-se de uma estrutura em 12 etapas que descreve a transformação do protagonista ao longo da história. 

Os 12 passos da Jornada do Herói (com exemplos)

1. Mundo Comum - O herói vive a sua vida normal. Exemplo: Harry Potter vive com os tios em Privet Drive, numa existência solitária e sem amor.

2. Chamado à Aventura - Um desafio ou descoberta altera tudo. Exemplo: Harry começa a receber cartas misteriosas de Hogwarts. 

3. Recusa do Chamado - O herói hesita ou resiste. Exemplo: Os tios de Harry escondem as cartas e isolam-no, impedindo o contacto com o mundo mágico. 

4. Encontro com o Mentor - Surge uma figura que orienta e inspira. Exemplo: Hagrid aparece para o levar a Hogwarts e dá-lhe o primeiro vislumbre do seu verdadeiro valor. 

5. Travessia do Primeiro Limiar - O herói entra num novo mundo. Exemplo: Harry atravessa a plataforma 9(3/4) e chega ao mundo mágico.

6. Provas, Aliados e Inimigos - Conhece amigos, enfrenta obstáculos e descobre quem são os inimigos. Exemplo: Enfrenta desafios nas aulas, conhece Ron e Hermonie, e entra em conflito com Draco Malfoy.

7. Aproximação da Caverna Oculta - O herói prepara-se para o desafio central. Exemplo: Harry descobre que alguém está a tentar roubar a Pedra Filosofal e começa a investigar. 

8. Provação Difícil - O momento mais perigoso e transformador. Exemplo: Harry enfrenta desafios mortais para proteger a Pedra, incluindo o espelho de Oesed. 

9. Recompensa (Apanhar a Espada) - O herói conquista algo importante. Exemplo: Consegue impedir Voldemort de regressar e recebe reconhecimento por isso. 

10. Caminho de Volta - O herói regressa ao mundo comum. Exemplo: O ano letivo termina e Harry volta para casa dos tios.

11. Ressurreição - Um último teste que confirma a transformação. Exemplo: Harry já não é o mesmo menino inseguro. Agora sabe que é importante, mesmo fora de Hogwarts.

12. Regresso com o Elixir - Traz algo que beneficia o mundo. Exemplo: Leva consigo o conhecimento que pertence ao mundo mágico e tem um papel importante a desempenhar. 

Como aplicar a Jornada do Herói nos teus próprios personagens?

Se queres escrever histórias cativantes, aplica este modelo ao arco do teu protagonista:

  • Dá-lhe um desejo ou conflito interno (ex: medo de falhar, necessidade de aceitação)
  • Faz com que enfrente desafios reais e emocionais
  • Cria momentos de transformação profunda
  • Deixa-o crescer — mas também perder algo

Exemplo prático: construção de uma protagonista portuguesa 


Nome: Clara, 28 anos, vive no Porto
Mundo Comum: Trabalha num arquivo municipal, vida monótona
Chamado: Descobre cartas antigas que revelam um segredo de família
Mentor: Um historiador idoso e excêntrico 
Provação: Viaja até Trás-os-Montes para descobrir a verdade
Recompensa: Descobre a sua identidade e assume o seu lugar na história
Elixir: Publica um livro sobre as mulheres da sua linhagem

Conclusão: a tua história também pode ser lendária


A Jornada do Herói não é um molde rígido, mas uma ferramenta criativa poderosa. Ajuda-te a criar personagens com profundidade, conflitos reais e crescimento emocional — elementos essenciais para prender o leitor do início ao fim.
Se estás a planear o teu livro, experimenta construir o arco da tua personagem com base nestes passos. A tua escrita vai ganhar impacto e estrutura. 

terça-feira, 29 de julho de 2025

Resenha do livro “O Retrato de Dorian Gray” de Oscar Wilde

Capa do livro “O Retrato de Dorian Gray” de Oscar Wilde

Início da leitura:
14 de Julho de 2025

Fim da leitura: 24 de Julho de 2025

Rating: ★★★★★

Sinopse do Livro:

Publicado pela primeira vez em 1890, O Retrato de Dorian Gray é a única obra de ficção longa de Oscar Wilde e tornou-se um marco incontornável da literatura gótica e filosófica. A história gira em torno de Dorian Gray, um jovem londrino de beleza estonteante que deseja permanecer eternamente jovem. O seu desejo é atendido de forma misteriosa: enquanto ele continua com o rosto imaculado, é o seu retrato — pintado por Basil Hallward — que envelhece e carrega as marcas dos seus pecados. 

À medida que Dorian se entrega a uma vida de hedonismo, manipulação e vícios, o retrato vai-se tornando cada vez mais grotesco, refletindo a verdadeira decadência da sua alma. No final, consumido pela culpa e pelo medo do que se tornou, Dorian decide destruir o retrato…e encontra a sua própria destruição. 

Opinião Pessoal:

Nunca tinha lido nada deste autor e não podia estar mais satisfeita. Um livro escrito de forma poética, inteligente e um assunto muito real. Dorian Gray é obcecado pela sua própria beleza. E consegue eternizá-la através do quadro que Basil fez de si. Mas, rapidamente o quadro começa a ser alterado à medida que Dorian Gray começa a pecar. Mulheres suicidam-se por se apaixonarem por ele. Amigos deles caem na ruína.

Mais tarde Dorian arrepende-se muito do que tinha feito e fica obcecado pelo retrato de si fechado no sótão de sua casa. Ao querer acabar com aquele retrato horrível do que ele acreditava ser a sua verdadeira alma, esfaqueia-o, e acaba por morrer.

O livro fala de forma muito subtil da homosexualidade e da admiração entre homens. E tenho que admitir: adorei, adorei, adorei ler este livro! 

 A leitura de O Retrato de Dorian Gray foi uma surpresa extraordinária. A escrita de Oscar Wilde é absolutamente brilhante — poética, elegante, e, ao mesmo tempo, profundamente crítica. Wilde consegue explorar temas eternos como a vaidade, o medo da morte, a decadência moral e o fascínio pelo belo, tudo envolto num enredo sombrio, quase mitológico. A obsessão de Dorian pela juventude e o desprezo pelas consequências dos seus atos tornam-no numa figura trágica, quase intemporal. 

A Crítica ao Hedonismo e à Estética Superficial

Ao longo do livro, Wilde faz uma crítica mordaz à sociedade vitoriana e ao culto da beleza. A personagem de Lord Henry, que influencia Dorian com ideias niilistas e hedonistas, representa uma filosofia perigosa de viver apenas pelo prazer, sem empatia nem responsabilidade. Dorian é, ao mesmo tempo, vítima e símbolo dessa filosofia. 

O quadro envelhecido e deformado funciona como um espelho da alma — uma metáfora poderosa da dualidade entre aparência e essência. Ao tentar esconder o retrato, Dorian tenta esconder-se de si próprio. 

A Homossexualidade no Subtexto e Romance

É impossível ignorar o subtexto homoerótico presente no romance. A relação entre Basil e Dorian, marcada por uma admiração quase devocional, e os diálogos entre Dorian e Lord Henry, carregados de fascínio e sedução intelectual, revelam muito sobre a visão de Wilde — e sobre o que não se podia ser dito explicitamente na época.

Num tempo em que a homossexualidade era crime e tabu, Wilde escreve com subtileza, mas também com coragem. O Retrato de Dorian Gray é, em muitos sentidos, uma obra à frente do seu tempo, ousando sugerir que o amor e o desejo entre homens existem — e têm direito de existir — mesmo que camuflados pela censura moral da época. 

Uma Leitura que Continua Atual

Apesar de ter sido escrito em 1890, este livro continua atual. A obsessão com a juventude e a aparência física está mais vida do que nunca na era das redes sociais. A mensagem de Wilde, disfarçada de romance gótico, é um alerta profundo sobre as consequências de viver apenas para agradar aos sentidos e ignorar a consciência. 

Conclusão 

Se nunca leste O Retrato de Dorian Gray, recomendo vivamente que o faças. É um clássico por uma razão: é belo, é perturbador, e é genial. Oscar Wilde mostra-nos que, por detrás uma prosa elegante, podem esconder-se críticas ferozes à sociedade, à moralidade imposta e à repressão do desejo.

Segue o blog Caneta da Fénix para mais sugestões de leitura e reflexões literárias. 

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Rotina de escrita de James Patterson

James Patterson

 A rotina de escrita de James Patterson é conhecida por ser extremamente disciplinada, simples e prática — o foco dele é escrever com eficiência, não romantizar o processo. Eis os pontos principais da rotina dele:

Como é a rotina de James Patterson:

  • Horário de Escrita: escreve todas as manhãs, geralmente começando cedo, por volta das 5h30 ou 6h da manhã.
  • Escreve à mão: usa blocos grandes de papel em vez de computador. Gosta da sensação física da escrita.
  • Curta duração: não passa o dia inteiro a escrever; normalmente escreve algumas horas pela manhã e depois faz outras atividades durante o dia. 
  • Objetivo diário: preocupa-se mais com número de páginas do que com horas. Muitas vezes escreve 10 páginas por dia durante a fase de rascunho.
  • Planeamento antes de tudo: faz um outline extremamente detalhado antes de começar a escrever o livro. Os outlines chegam a ter 50-80 páginas, com cada capítulo já descrito.
  • Revisões frequentes: Patterson é obsessivo com revisão. Reescreve várias vezes até ficar satisfeito. 
  • Trabalho em equipa: muitas obras são coescritas. Ele cria o esqueleto da história e coautores desenvolvem cenas, depois Patterson revê tudo.

Filosofia:

  • Foco em histórias rápidas, envolventes, com capítulos curtos para manter o ritmo. 
  • Trabalha com a ideia de “escrever para o leitor comum”, evitando complicações desnecessárias.
E tu? Já sabias isto sobre James Patterson? Como é a tua rotina de escrita?

Sabe mais sobre o autor aqui:

terça-feira, 22 de julho de 2025

James Patterson MasterClass

James Patterson MasterClass
 James Patterson é um dos autores mais bem-sucedidos do mundo, mestre do suspense, do policial e da ficção para jovens adultos. Com uma escrita ágil e viciante, já bateu recordes no New York Times com dezenas de livros no Top 1. 

Patterson começou a escrever enquanto trabalhava em publicidade, mas foi com o thriller “Along Came a Spider” (O Colecionador) que explodiu nas livrarias. Com mais de 400 milhões de livros vendidos, Patterson é conhecido por histórias rápidas, capítulos curtos e personagens inesquecíveis. 

Livros Famosos de James Patterson

  • Série Alex Cross: Um dos detetives mais icónicos da literatura policial. Livros como O Colecionador e Jack & Jill são leitura obrigatória.
  • Women’s Murder Club: Mistério e crime sob a perspectiva de quatro mulheres poderosas. Começa por 1st to Die (1.ª a Morrer)
  • Maximum Ride: Ficção jovem adulta com ação, aventura e ficção científica — perfeito para quem gosta de fantasia moderna.
  • Private: Uma agência de investigação privada que viaja pelo mundo a resolver casos de alto risco.
  • Standalone Bestsellers: Patterson também escreveu sucessos independentes como The Beach House e Suzanne’s Diary for Nicholas.

Conselhos de Escrita de James Patterson

Se queres escrever como James Patterson, segue estes conselhos do próprio autor: 

“Escreve como se estivesses sempre a contar uma boa história” — evita floreados desnecessários, o mais importante é manter o leitor agarrado.

“Capítulos Curtos = Leitura Viciante” — capítulos de 2-3 páginas criam ritmo e fazem o leitor dizer sempre “só mais um capítulo”.

“Não compliques” — Patterson foca-se na clareza da escrita. O objetivo é que qualquer pessoa consiga seguir a história.

“Planeia antes de escrever” — o autor é conhecido por planear todos os capítulos antes de começar a escrever, o que evita bloqueios criativos.

“Escrever é trabalho, não inspiração” — Patterson escreve todos os dias, de forma disciplinada, mesmo quando não tem “inspiração”.

Conclusão 

James Patterson é a prova de que escrever histórias simples, mas bem contadas, conquista milhões de leitores. Se queres melhorar a tua escrita ou apenas devorar livros de leitura rápida, este autor é uma aposta segura!

E tu? Já leste algum livro de James Patterson? Eu confesso que ainda não li nada deste autor. Mas fiquei sem dúvida muito curiosa para ler. Não ficaste?

sexta-feira, 18 de julho de 2025

Resenha do Livro “Hábitos Atómicos: Pequenas Mudanças, Resultados Extraordinários”

capa do livro Hábitos Atómicos de James Clear

Início da leitura:
06 de Julho de 2025

Fim da leitura: 14 de Julho de 2025

Rating: ★★★★★

Sobre o Livro

O Hábitos Atómicos de James Clear é um dos livros mais recomendados no mundo do desenvolvimento pessoal — e com razão! Neste best-seller internacional, o autor revela como pequenas alterações diárias podem produzir resultados extraordinários a longo prazo. Através de métodos simples e práticos, James Clear ensina como criar bons hábitos, eliminar os maus e transformar a tua vida de forma sustentável. 

O que aprendes com este livro?

  • Como construir hábitos positivos com o método dos 4 passos;
  • Estratégias para manter a motivação a longo prazo;
  • A importância do efeito cumulativo das pequenas ações;
  • Como usar o ambiente a teu favor para tornar os hábitos automáticos;
  • Ferramentas práticas para superar a procrastinação e melhorar a produtividade.

Pontos Positivos

  • Linguagem simples e objetiva;
  • Exemplos reais e aplicáveis no dia a dia;
  • Ótimo para quem quer melhorar a produtividade pessoal e profissional;
  • Excelente recurso para criar rotinas saudáveis e eficazes.

A minha opinião:

Este livro de fácil leitura apresenta 4 leis para se conseguir criar pequenas rotinas diárias que nos ajudarão a ser 1% melhor ao longo do tempo. São elas: 1a Lei: Torne-o Claro; 2a Lei: Torne-o Atraente;
3a Lei: Torne-o Fácil e 4a Lei: Torne-o Satisfatório. 
Por exemplo, na 1a Lei: Torne-o Claro, podemos criar pistas visuais e ambientais para nos lembrarmos do hábito, como por exemplo, deixar um livro na mesa de cabeceira para ler antes de ir dormir. 
Na 2a Lei: Torna-o Atraente, podemos associar o hábito a algo que gostes, para o tornar mais apelativo, por exemplo, ouvir a tua música favorita enquanto fazes exercício. 
Na 3a Lei: Torna-o Fácil, focamo-nos em começar com pequenas passos, reduzindo a resistência. Fazer 5 minutos de treino em vez de 30 para criar consistência. 
Na 4a Lei: Torna-o Satisfatório, dá uma recompensa imediata após concluires o hábito para reforçar o comportamento. Por exemplo, riscar a tarefa de uma lista, sentir o progresso. 
Assim como estas quatro leis podem ajudar-te a criar hábitos positivos, também podem funcionar ao contrário para eliminar maus hábitos, tornando-os invisíveis, pouco atrativos, difíceis e insatisfatórios. 

E tu? Já leste este livro? O que achaste? Conta-me tudo nos comentários!

terça-feira, 15 de julho de 2025

Energia no Prato

Receita de uma salada fria

 Olá queridos leitores! Quem me conhece sabe que gosto de experimentar receitas e quantos mais legumes e quantas mais coisas variadas tiver sem ser carne ou peixe melhor 😅

Por isso, hoje e num futuro próximo irei partilhar convosco algumas das receitas que faço. Está chama-se “Energia no Prato”. Irei dar-te a lista de ingredientes e o modo de preparação. Depois fazes a teu gosto. Vou também por no final deste post o valor que gastei e para quantas refeições dá esta receita.

Ingredientes:

100g de rúcula

250g colheres de sopa de quinoa

2 ovos cozidos cortados aos cubos

1 beterraba cozida

1 cenoura

1pepino

1 frasco de feijão frade

1 abacate

1 pimento vermelho

1 queijo fresco magro

Cajus q.b.

1 colher de sopa de farinha de linhaça 

Molho de iogurte q.b. 

Modo de Preparação:

Primeiro coze-se a quinoa, os ovos e a cenoura. Quem gostar dela crua, só precisa ralar. Eu como não gosto, cozi. Enquanto isso coze, corta aos cubos, o pepino, o pimento vermelho, o abacate, a beterraba (armazena dentro do líquido que vem na embalagem, se não fores comer logo). Após cozidos, corta os ovos aos cubos. 

Deixa a quinoa arrefecer e vai fazer outra coisa qualquer. Quando for hora de comer, podes fazer como eu, pus um punhado de rúcula no prato, duas colheres de sopa de quinoa fria, duas colheres de sopa de feijão-frade, duas colheres de sopa de beterraba, uma colher de sopa de pimento vermelho, uma colher de sopa de abacate, duas colheres de sopa de ovo cozido, uma colher de sopa de cenoura cozida, duas colheres de sopa de pepino, um queijo fresco magro, cajus cortados a gosto, uma colher de sopa de farinha de linhaça e molho de iogurte a gosto. 



Ficou pronto! 😋

Esta refeição é simples, é fresca e eu fiquei super saciada. Sobrou bastante até. Pelas minhas contas para uma única pessoa este comer nestas quantidades dá perfeitamente para umas 4 ou mais refeições. E acho que ainda irá sobrar quinoa… 

Agora vamos aos valores 👀

Rúcula selva 100g PD - 0,99€

Quinoa grão PD (500g) - 2,69€

Caju torrado 150g - 3,79€

Beterraba cozida 500g Huercasa - 1,39€

Abacate Hass - 1,12€

Pimento vermelho - 0,81€

Queijo fresco light PD - 2,74€

Feijão frade PD 400g - 0,89€

Molho iogurte PD 245ml - 1,39€

Farinha de linhaça 150g PD - 1,35€

Pepino doce PD - 1,19€

Ovos de solo classe M (6 unidades) PD - 1,79€

Cenoura 2kg PD - 1,99€

No total gastarias 20,74* e agora estás a pensar, mas Marta isso é muito para uma refeição… sim verdade, mas não é só uma refeição… e na imagem a baixo vais ver que a quantidade que fica e depois de tirares para o teu prato tal como escrevi, vai sobrar tanto que vais puder fazer várias refeições da mesma coisa, ou variar com outros ingredientes, ou mesmo aproveitar estes para outras refeições. Não acreditas? Experimenta por ti! Fico à espera do teu feedback 😉

*Este valor pode mudar dependendo da marca, alteração de preços no futuro, peso dos ingredientes que escolhes e por aí vai.





Até a minha obra morrer

 És o livro que palpita e morre nas minhas mãos. A tua paixão sublime que me faz sentir o belo nas veias e desmaiar de seguida. O teu kosmos...